domingo, 21 de abril de 2013

sábado, 20 de abril de 2013

Em show intimista, Zezé di Camargo e Luciano lançam turnê 'In Love'


Apresentação foi feita para hóspedes de resort em Olímpia, SP.
Zezé disse que cirurgia no nariz incomodava para cantar.

Dupla se apresentou para hóspedes de hotel (Foto: Jéssica Pimentel / G1)
Dupla se apresentou para hóspedes de hotel (Foto: Jéssica Pimentel / G1)

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

‘Rolava tudo’, diz Thalles sobre vida antes de sucesso na música gospel

Em três anos de carreira na música evangélica, ele vendeu 600 mil discos.
Artista teve epifania quando viajava como vocalista de apoio do Jota Quest.

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Thalles (Foto: Marcus Castro/Divulgação)

 

 

 

 

 

 

 

 



O mineiro Thalles conta 600 mil discos vendidos em três anos de carreira na música gospel. Filho de pastores evangélicos, passou por mais de uma década de trabalho nos bastidores da música secular – compôs “Lindos olhos” para Seu Jorge, foi vocalista de apoio do Jammil e Uma Noites e Jota Quest. Foi em turnê com a banda conterrânea que ele teve uma epifania.
“Eu estava em um hotel em Curitiba com um amigo no quarto, a gente estava usando drogas. Ele começou a me agredir com algumas palavras, dizendo que meu objetivo era destruir a vida das pessoas. Ele me ofendeu muito. Naquele momento eu comecei a refletir sobre tudo o que eu estava fazendo”, diz Thalles em entrevista ao G1.

Hoje casado e pai de dois filhos, de três e cinco anos, o cantor e pastor evangélico é o maior sucesso de público gospel brasileiro. Foi o maior vencedor do Troféu Promessas de 2012 e cantou no festival homônimo, transmitido pela TV Globo no sábado (15).

G1 - No Troféu Promessas, você agradeceu à Ana Paula Valadão [cantora do Diante do Trono], disse que ela era um exemplo. Por quê?
Thalles -
Quando comecei a acompanhar a música gospel, ainda estava no Jota Quest. Ouvia a Ana Paula cantando e me sentia intrigado. Como uma pessoa no começo de sua juventude abria mão disso para viver Deus? Não era o que eu vivia, e isso me deixava confuso. Hoje consigo entender uma pessoa jovem dar sua vida para Deus. O jovem quer curtir, quer balada, quer festa, quer aproveitar sua juventude. Ela gastou a juventude dela falando de Deus. Isso é um exemplo para todos nós.


G1 - O que te fez mudar de ideia?
Thalles -
Foi a minha conversão mesmo. A minha aceitação de Jesus como salvador. Mudei de opinião e comecei a olhar as coisas com a perspectiva de Deus. É muito legal ser um instrumento, andar pelo Brasil falando de Deus. Hoje faço parte desse time.


Thalles faz performance vibrante Festival Promessas 2012, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)
Thalles faz performance vibrante no Festival Promessas 2012, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)
  
G1- Metade das atrações do Festival Promessas [Thalles, Diante do Trono e André Valadãox] veio de uma igreja só, a Batista da Lagoinha de Belo Horizonte. É uma igreja milagrosa? Qual é sua história nela?
Thalles -
Ela é muito especial. A música gospel mineira tem uma proporção gigantesca no meio. Tem uma pessoa especial, o Pastor Márcio Valadão, pai do André e da Ana Paula. E é “meu pai” também, me ajudou muito no início da carreira - financeiramente, espiritualmente, como amigo, orando por mim, pagando minhas dívidas, minhas contas, me aceitando e deixando participar do culto. Lá é sim um celeiro de talentos.

G1 - Quanto tempo você tem de carreira, e quanto na música evangélica?
Thalles -
Eu canto desde cinco anos, estou com 35. Carreira eu considero desde que se começa a levar a música a sério. Aos 15 anos eu decidi não fazer nada além de cantar. Então são 20 anos. Música gospel são três anos. É um tempo curto para esse nível de reconhecimento. Mas eu acredito que é uma coisa de Deus mesmo, ele me separou para fazer isso.

G1 - Qual a diferença, para você, entre ser músico e ser músico gospel?
Thalles -
A mensagem mesmo. O que o músico secular que falar é da vida dele - amor, namoros, traições, noitadas. A gente fala das nossas experiências com Deus. A alegria que sentimos, a bênção que é você não guiar sua vida, mas deixar Deus dirigir tudo.

G1 - No clipe de “Deus da minha vida” você conta uma história sobre iluminação. Como aconteceu?
Thalles -
Eu estava em um hotel em Curitiba com um amigo no quarto, a gente estava usando drogas. Ele começou a me agredir com algumas palavras, dizendo que meu objetivo era destruir a vida das pessoas. Ele me ofendeu muito. Naquele momento eu comecei a refletir sobre tudo o que eu estava fazendo, a maneira que estava conduzindo minha vida, minhas baladas, noitadas, “chapações”. Meu contato com a droga vinha me prejudicando e também às outras pessoas. Decidi voltar para a casa do pai. Foi como se a luz de Deus viesse dentro do meu quarto e dissesse: “Meu filho, você esta perdido pra caramba, precisa endireitar seu caminho”.

G1 – Era uma viagem de turnê?
Thalles -
Estava em turnê com o Jota Quest.

Thalles, que era backing vocal do Jota Quest, dança durante seu show no Festival Promessas 2012, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)
Thalles, ex-backing vocal do Jota Quest, dança durante seu show no 
Festival Promessas 2012, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)
G1 – E como você fez? Anunciou no outro dia que ia sair da turnê?
Thalles -
Comecei a pedir para Deus em orações para mostrar o meu caminho. Eu não tinha como sair, dali eu tirava meu pão, o sustento da minha família. E Deus começou a me levar para o caminho que ele tinha para mim. As coisas começam a acontecer sem que você tenha controle sobre elas. As portas começaram a se abrir. Depois disso eu ainda fiquei dois anos no Jammil e Uma Noites. Depois é que eu realmente decidi sair. Primeiro eu parei de fumar, de usar drogas, de me prostituir. Fui cortando tudo o que me atrapalhava e atrapalhava a vida das pessoas.

G1 - Se prostituir em que sentido?
Thalles -
No sentido de pegar todo mundo, pegar mulher casada, ficar com um monte de mulher, fazer suruba, rolava tudo. Aí Deus foi me ensinando que a vida não era assim, eu tinha sido criado para ter uma família, para viver uma vida em paz.

G1 - Você já compôs para artistas seculares como Seu Jorge. Pretende continuar fazendo isso?
Thalles -
Não, agora estou 100% com o gospel. A gente fala da nossa verdade, e aquilo não é minha verdade. Eu faço algumas músicas românticas, canto para minha esposa. Talvez no futuro a gente possa gravar um disco de músicas românticas para a família.

G1 - Seu show tem presença de black music. Quais são suas influências musicais?
Thalles -
Lionel Ritchie, Stevie Wonder, Michael Jackson, Lenny Kravitz, Dianna Ross. Foram as coisas que eu mais ouvi. Também Mariah Carey, Boyz II Men.

G1 - Ainda escuta música secular?
Thalles -
Hoje eu não ouço nem música secular nem gospel. Eu quero tirar a minha essência do coração.

G1 - Como você avalia hoje sua experiência no Jota Quest?
Thalles - Foi muito positivo. Eu sou amigo dos meninos até hoje, a gente conversa sempre. Acho que eu aprendi muito ali. Acho que meu som não tem nada a ver com Jota Quest. Mas aprendi a passar a verdade ali no palco. Ter presença de palco, fazer entrevistas. Foi um tempo de muito aprendizado em todos os aspectos.

G1 – Mas voltaria para uma turnê?
Thalles -
Não, em hipótese alguma.



Veja apresentação de Jay-Z e Chris Martin no ano novo em Nova Iorque

Juntos os artistas cantaram o sucesso do rapper, "Run This Town"




Jay-Z letras


 
Jay-Z e a banda Coldplay fizeram apresentações no ano novo no Barclays Center, em Nova Iorque. Juntos, o rapper e o vocalista Chris Martin cantaram o sucesso "Run This Town (feat. Rihanna & Kanye West)".
A apresentação contou com a participação mais do que especial da esposa de Martin, a atriz Gwyneth Paltrow, e seus dois filhos. "Run This Town (feat. Rihanna & Kanye West)" teve também com a participação da cantora Bridget Kelly.
 
Assista à performance abaixo:
 
 

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Psy diz que 'Gangnam style' está 'acabando': 'Preciso escrever hit'

'A canção se tornou muito popular e então passo a me preocupar', disse.
Cantor sul-coreano ultrapassou marca de 1 bilhão de acessos no YouTube.


Sul-coreano Psy faz a dança do hit 'Gangnam style' durante coletiva de imprensa em hotel de Seul neste terça-feira (25) (Foto: Kim Hong-Ji/Reuters)
Sul-coreano Psy faz a dança do hit 'Gangnam style' durante coletiva de imprensa (Foto: Kim Hong-Ji/Reuters)




O cantor Psy afirmou que a era do hit "Gangnam style" está perto de chegar ao fim, em entrevista ao site da MTV americana publicada nesta segunda-feira (31). "Estar na virada de ano da Times Square vai ser especial, é o maior palco do universo, e também é meu aniversário. Pode ser que 'Gangnam style' esteja acabando...", revelou o ídolo sul-coreano.
"A canção se tornou muito popular e então passo a me preocupar com o tempo de sucesso", ele disse. "Eu estou trabalhado duro para escrever um novo single agora. Ainda tenho convites para cantar em Paris, em fevereiro... Também fui convidado para show na China. Ainda há muita divulgação a ser feita. Mas preciso escrever um novo hit."
O clipe do sul-coreano bateu a marca de 1 bilhão de acessos no YouTube, um número nunca alcançado até agora e que demonstra a popularidade de sua famosa dança do cavalo invisível. O vídeo foi publicado em 15 de julho de 2012 (acesse aqui).
Em novembro, o vídeo de Psy, que faz crítica ao estilo de vida da classe rica de Seul, já tinha quebrado o recorde do livro Guinness ao se tornar o clipe com o maior número de "likes" do YouTube: 2,141,758 ao todo, em 21 de setembro deste ano. No mesmo mês, as imagens ultrapassaram 805 milhões de visualizações no Youtube. No Brasil, a música já havia se tornado a mais baixada na loja virtual iTunes.


Vídeo do Psy, 'Gangnam Style', chegou a 1 bilhão de acessos no YouTube (Foto: Reprodução)
Vídeo do Psy, 'Gangnam Style', chegou a 1 bilhão de acessos no YouTube (Foto: Reprodução)


Psy, cujo verdadeiro nome é Park Jae-sang, foi condecorado como uma das maiores recompensas da Coreia do Sul. Embora a letra da música esteja em coreano, seus passos de dança e o ritmo da melodia o fizeram ganhar milhares de adeptos em todo o planeta. Personalidades como o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o prefeito de Londres, Boris Johnson, e o presidente americano, Barack Obama, não hesitaram em dançar "Gangnam style".
Segundo um post publicado na comunidade apocalíptica “The Project Avalon Forum”, o sucesso de “Gangnam Style” seria um sinal do fim do mundo, de acordo com uma previsão de Nostradamus (1503-1566). O texto diz que “na calma manhã, o fim virá quando o número de círculos do cavalo dançante chegar a nove". A marca de 1 bilhão de acessos de “Gangnam Style” no YouTube representaria os nove zeros. E o nome do país de onde vem Psy (a Coreia do Sul) significa “terra da calma manhã”.



Psy atraiu milhares de fãs em show em Paris  (Foto: AFP)
Psy atraiu milhares de fãs em um show
em Paris, na França (Foto: AFP)
"Gangnam style" foi escolhida também, ao lado de "abismo fiscal" e "Romneyshambles", para se tornar palavras do ano do Collins Dictionary. "Procurávamos por palavras que contassem a história do ano", afirmou Ian Brookes, editor consultor do dicionário. "Algumas palavras vêm de eventos que ocorreram e sumiram e não devem continuar... mas outras provavelmente estão aqui para ficar."

Crítica social
 
Por baixo da superfície engraçada e esquisita da canção que conquistou o mundo, está um afiado comentário social sobre os novos ricos do país e Gangnam, o distrito próspero onde muitos deles vivem.

Gangnam é só uma pequena fatia de Seul, mas inspira uma complicada mistura de desejo, inveja e amargura. Gangnam é o endereço mais cobiçado na Coreia, mas há menos de duas gerações era pouco mais do que algumas casas isoladas, cercadas por terras planas e valas de drenagem.
O distrito de Gangnam, que literalmente significa "ao sul do rio", tem cerca de metade do tamanho de Manhattan. Cerca de 1% da população de Seul mora lá, mas a maioria dos seus moradores é muito rica. A média de preço de um apartamento em Gangnam é de US$ 716 mil, quantia que um chefe de família sul-coreano com rendimento médio demoraria 18 anos para ganhar.
Os locais de comércio e governo em Seul sempre estiveram ao norte do rio Han, nas vizinhaças em volta dos palácios reais, e muitas das famílias com dinheiro antigo ainda vivem lá. Gangnam, entretanto, é o dinheiro novo, o beneficiário de uma explosão de desenvolvimento que começou nos anos 1970.